14 janeiro 2014

Metas para 2014





Olá pessoal, como estão?

Início de ano e como sempre somos indagados por perguntas previsíveis,  como será este "novo" ano?
Mesmo eu achando que tudo isso de "Ano novo, vida nova" seja uma grande e tremenda besteira, somos escravos do tempo e tenho que me render, querendo ou não.

Fazer planos, grande parte da vida se resume a isso e uma outra bem pequena, realmente colocar em prática.
Pensei em fazer uma grande lista de desejos, mas sei que ela ficaria lá parada como tantas outras, e já que é um ano novo vou fazer diferente. 
Neste ano, mesmo que eu continue acordando sempre atrasada, decepcionada por não conseguir acordar com o primeiro soar do despertador. Mesmo que eu não consiga aquela saúde de ferro que eu tanto quero. (Com músculos rígidos e tudo mais, né Ana... rsrs) Mesmo que aquele namorado dos sonhos não apareça... (Isso eu ainda não sei se quero mesmo)
Que pelo menos eu consiga colocar em prática aquele sonho velho, que já anda meio desacreditado, para dar espaço para outros sonhos. Desocupar... é disso que eu preciso, vou dar espaço para novos sonhos, novas oportunidades... Afinal é o que nos move, a vontade de ir além não é mesmo?
Quero para 2014 mais leveza, para enfrentar meus dias com alegria, o que vier vai ser consequência do grande sorriso que vou carregar comigo.
Vamos tentar?



Até a próxima!!





13 janeiro 2014

Crônica da semana - Nunca imaginei um dia - Martha Medeiros


























Olá pessoal, como estão?


A crônica de hoje traz alguns sentimentos que as vezes nos invadem e não podemos evitar, o gosto de se ver fazendo algo que nunca imaginou até então.

 
Até alguns anos atrás, eu costumava dizer frases como "eu jamais vou fazer isso" ou "nem morta eu faço aquilo", limitando minhas possibilidades de descoberta e emoção. Não é fácil libertar-se do manual de instruções que nos autoimpomos. Às vezes, leva-se uma vida inteira, e nem assim conseguimos viabilizar esse projeto. Por sorte, minha ficha caiu há tempo.
Começou quando iniciei um relacionamento com alguém completamente diferente de mim, diferente a um ponto radical mesmo: ele, por si só, foi meu primeiro "nunca imaginei um dia". Feitos para ficarem a dois planetas de distância um do outro. Mas o amor não respeita a lógica, e eu, que sempre me senti tão confortável num mundo planejado, inaugurei a instabilidade emocional na minha vida. Prendi a respiração e dei um belo mergulho.
A partir daí, comecei a fazer coisas que nunca havia feito. Mergulhar, aliás, foi uma delas. Sempre respeitosa com o mar e chata para molhar os cabelos, afundei em busca de tartarugas gigantes e peixes coloridos no mar de Fernando de Noronha. Traumatizada com cavalos (por causa de um equino que quase me levou ao chão quando eu tinha oito anos), participei da minha primeira cavalgada depois dos 40, em São Francisco de Paula. Roqueira convicta e avessa a pagode, assisti a um show do Zeca Pagodinho na Lapa. Para ver o Ronaldo Fenômeno jogar ao vivo, me inflitrei na torcida do Olímpico num jogo entre Grêmio e Corinthians, mesmo sendo colorada. Meu paladar deixou de ser monótono: comecei a provar alimentos que nunca havia provado antes. E muitas outras coisas vetadas por causa do "medo do ridículo" receberam alvará de soltura. O ridículo deixou de existir na minha vida.
Não deixei de ser eu. Apenas abri o leque, me permitindo ser um "eu" mais amplo. E sinto que é um caminho sem volta.
Um mês atrás participei de outro capítulo da série "Nunca imaginei um dia". Viajei numa excursão, eu que sempre rejeitei essa modalidade turística. Sigo preferindo viajar a dois ou sozinha, mas foi uma experiência fascinante, ainda mais que a viagem não tinha como destino um país do circuito Elizabeth Arden (Paris-Londres-Nova York), mas um país africano, muçulmano e desértico. Aliás, o deserto de Atacama, no Chile, será meu provável "nunca imaginei um dia" de 2010.
E agora cometi a loucura jamais pensada, a insanidade que nunca me permiti, o ato que me faria merecer uma camisa-de-força: eu, que nunca me comovi com bichos de estimação, adotei um gato de rua. Pode colocar a culpa no espírito natalino: trouxe um bichano de três meses pra casa, surpreendendo minhas filhas, que já haviam se acostumado com a ideia de ter uma mãe sem coração. E o que mais me estarrece: estou apaixonada por ele.
Ainda há muitas experiências a conferir: fazer compras pela internet, andar num balão, cozinhar dignamente, me tatuar, ler livros pelo kindle, viajar de navio e mais umas 400 coisas que nunca imaginei fazer um dia, mas que já não duvido. Pois tem essa também: deixei de ser tão cética.
Já que é improvável que 2010 seja diferente de qualquer outro ano, que a novidade sejamos nós.


As vezes se abrir e deixar os princípios ou preceitos faz um bem tremendo, aquilo que tanto julgamos como impróprio em determinado momento pode ser exatamente o que precisamos.
Mudar, algo muito difícil porém inevitável, basta termos maturidade para aceitar que nada será sempre o mesmo.
Faço minhas as palavras da Martha, que em 2014 a novidade sejamos nós.

Até a próxima, beijo!



09 janeiro 2014

Resenha: Para Sempre



Boa noite galera!
Hoje trago para vocês uma história de amor e superação muito linda é uma história verídica, então para quem está com problemas de relacionamento aprendam com esse casal como superar qualquer coisa.


Editora: EDITORA NOVO CONCEITO
Autor: KIM CARPENTER (Participação: KRICKITT CARPENTER) 


ISBN: 8581630081
Ano: 2012


Sinopse: A vida que Kim e Krickitt Carpenter conheciam mudou completamente no dia 24 de novembro de 1993, dois meses após o seu casamento, quando a traseira do seu carro foi atingida por uma caminhonete que transitava em alta velocidade. Um ferimento sério na cabeça deixou Krickitt em coma por várias semanas. Quando finalmente despertou, parte da sua memória estava comprometida e ela não conseguia se lembrar de seu marido. Ela não fazia a menor ideia de quem ele era. Essencialmente, a "Krickitt" com quem Kim havia se casado morreu no acidente, e naquele momento ele precisava reconquistar a mulher que amava.


Bom o livro conta a história de amor de um homem pela sua esposa, Kimmer Carpenter, ou Kim, era um técnico esportivo que certo dia ligou para uma loja de esportes para ter mais informações de jaquetas para técnicos de beisebol, Kim esperava que algum vendedor estressado o atendesse, porém, para sua surpresa quem atendeu foi uma pessoa totalmente alegre, e com a maior vontade de atender os clientes (Krisxan, carinhosamente chamada de Krickit), após a primeira conversa entre os dois Kim acabou se interessando pela vendedora e ligou uma, duas, três, até que viraram amigos. Havia dias que eles passavam horas e horas conversando até o momento que se  decidirem em marcar um encontro e definitivamente se conhecerem pessoalmente, Krickit viajou até Las Vegas (Las Vegas do Novo México),Kim pediu Krickit em namoro e meses depois ele pediu a mão dela em casamento, meses depois eles se casam. Dois meses de casamentos eles fazem sua primeira viagem como casados, o carro que estava sendo conduzido por Krickit,foi atingido por uma caminhonete e acabou capotando, com acidente Krickit acabou entrando em coma e só tinha 1% de chance de sobreviver. Após esse dia Kim se dedicou inteiramente na recuperação e ao tratamento de sua esposa, mais a Krickit que existia antes também havia morrido no acidente, pois a Krickit que estava ali tinha uma personalidade totalmente diferente, além de ter perdido a memória Kim lutou com unhas e dentes para recuperar o amor de sua esposa, o casal teve forças para lutar e recomeçar tudo do zero.

Bom galera tive que tirar metade do resumo pois era muito grande, mais leiam o livro pois a história é maravilhosa.